Lago do Amor: de balneário a espaço de lazer para turistas e namorados

lago do amor 1Casal aproveita momento de descanso para apreciar paisagem do Lago do Amor, em Campo Grande, MS (Foto: Valentin Manieri)/ Jornal “O Estado MS”).

12 de junho de 2017

Alana Regina / Jornal “O Estado”

Aos 49 anos de sua criação, o local continua sendo frequentado pelos campo-grandenses que buscam tranquilidade

Localizado no campus da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, o Lago do Amor é um reservatório que se forma no ponto de confluência de dois córregos, o Cabaça e o Bandeira. Com a profundidade média de 2 metros e cerca de 11,5 hectares, o lago foi construído na época do Estado Uno, quando a Região Centro-Oeste possuía apenas dois Estados e um distrito. Agora, décadas após seu surgimento, o local passou a ser ponto tradicional de encontro entre casais e amigos que utilizam o espaço para o lazer.

Criado em 1968, quando o Instituto de Ciências Biológicas de Campo Grande (ICBCG) integrou-se à Universidade Estadual de Mato Grosso (UEMT), o local faz parte da Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) do Campus da UFMS. No primeiro plano, o Lago do Amor era uma lagoa artificial a partir do barramento de dois córregos.

Inicialmente o local tinha por finalidade compor um espaço de lazer e balneabilidade, em conjunto com piscinas, quadras de esporte, teatro e restaurante universitário nas proximidades. Contudo, com o crescimento urbano da região, a bacia do Bandeira trouxe consigo diversos impactos, não permitindo hoje o consumo da água.

De beleza natural, o lugar é aproveitado, costumeiramente, por casais que se sentam no banco e apreciam a imagem formada pela mãe natureza. O local serve de refúgio para os campo-grandenses que buscam tranquilidade, e o conjunto perfeito entre a fauna e a flora torna o espaço ainda mais encantador, como afirma o contador Weslley Rangel, de 23 anos.

“Gosto deste ambiente, pois é tranquilo, tem os bancos onde eu e minha namorada podemos sentar e aproveitar o momento olhando a paisagem, conversando e tomando tereré. É relaxante”, disse o contador.

“Passamos a frequentar o local por conta do seu simbolismo; dizem que aqui é local dos casais, então resolvi trazer minha namorada para passarmos um tempo juntos e sair da rotina. Visitamos o lago pelo menos uma vez na semana, mas o que deixa a gente triste é o futuro do lago, porque ele pode acabar”, contou.

Local conta com várias versões e histórias sobre seu batismo

lago de amor

Especula-se que o nome, “Lago do Amor” se deve a um policial que, ao fazer a ronda noturna, passando pelo espaço, flagrou um casal de namorados em trajes mínimos dentro do carro, e em nome dos bons e velhos costumes os prendeu. Ao chegar à delegacia, na tentativa de explicar o que havia acontecido, o agente titubeou quanto ao local e disse que estavam na margem do Lago do Amor. Uma outra também conhecida é que, há cerca de dez anos, o lago tinha um formato de coração, contudo, com o assoreamento do terreno, esse formato se modificou.

*Ver reportagem completa de Alana Regina na edição de hoje do jornal ‘O Estado’. http://www.oestadoonline.com.br

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