JBS afirma ter pago propina a Azambuja, Puccinelli e Zeca

azambuja e cia

20/05/2017

Victor Barone / Jornal ‘O Estado’

Sem títuloA delação premiada do empresário Wesley Mendonça Batista, da JBS, alçou Mato Grosso do Sul ao centro das atenções nas ações anticorrupção promovidas pelo MPF (Ministério Público Federal). Em depoimento para a PGR (Procuradoria-Geral da República), Wesley denunciou um esquema de pagamento de propinas em troca de incentivos fiscais, que teria sido implantado no governo do Estado durante o governo Zeca do PT, prosperado durante os oito anos do governo André Puccinelli (PMDB) e prosseguido a partir do governo de Reinaldo Azambuja (PSDB).

De acordo com o empresário, em troca de benefícios fiscais, a JBS e outras empresas do ramo frigorífico, repassaram aos três governadores 20% do valor sobre o qual recebiam isenção no recolhimento de ICMS (Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços). “Este modus operandi no Mato Grosso do Sul funcionou até o final do ano passado… E não era apenas conosco, incluía frigoríficos pequenos e grandes. Temos a informação de que a prática é recorrente”, disse em seu depoimento.

Ontem, o ministro Edson Fachin, do STF (Supremo Tribunal Federal), autorizou ao STJ (Superior Tribunal de Justiça) que dê início a investigação contra Azambuja e Puccinelli por terem – segundo as denúncias – recebido R$ 150 milhões em propina da JBS.

*Ver matéria completa na edição de hoje (20/05) do jornal “O Estado”. http://www.oestadoms.com.br

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