Temperatura em MS pode aumentar até 5,8ºC nas próximas décadas

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Ciclo das águas do Pantanal pode sofrer alterações com as mudanças climáticas no estado (Foto: Nicoli Dichoff/Embrapa Pantanal)

29/11/2016

Do G1 MS

Estudo que será apresentado nesta quarta-feira (30/11) detalha essa projeção. Projeto foi desenvolvido pela Fiocruz e Ministério do Meio Ambiente.

Entre 2014 e 2070 a temperatura em Mato Grosso do Sul poderá aumentar de 4,8ºC a 5,8ºC, tornando o clima no estado mais quente e seco. Essa é uma das projeções do projeto Vulnerabilidade à Mudança do Clima, iniciativa da Fiocruz em parceria com o Ministério do Meio Ambiente, que apresentará seus resultados nesta quarta-feira (30), às 9h (de MS), em um seminário no Grand Park Hotel, em Campo Grande, MS.

O estudo inédito avaliou a vulnerabilidade à mudança do clima nos 79 municípios do estado. Para o desenvolvimento da pesquisa, além de informações sobre essas alterações, foram considerados dados de cada cidade sobre preservação ambiental e população, como saúde e condições socioeconômicas. Também foram analisadas doenças como dengue, leptospirose, leishmaniose tegumentar americana e visceral, mortalidade por diarreia e acidentes com animais peçonhentos.

O seminário em que serão apresentados esses resultados faz parte do projeto Vulnerabilidade à Mudança do Clima. O objetivo da iniciativa é avaliar os riscos gerados pelas alterações climáticas às populações nas cinco regiões do país e criar uma ferramenta, um software, para calcular a vulnerabilidade humana à mudança do clima em seis estados: Amazonas, Espírito Santo, Maranhão, Paraná, Pernambuco e Mato Grosso do Sul, este último escolhido para representar a região Centro-Oeste.

Devem participar da apresentação dos resultados do projeto nesta quarta-feira a representante do Ministério do Meio Ambiente, Lia Mendes Cruz; o secretário estadual de Meio Ambiente e Desenvolvimento Econômico, Jaime Verruck; a diretora de desenvolvimento do Instituto de Meio Ambiente do Mato Grosso do  Sul, Thais de Azambuja Caramori; o coordenador estadual de Vigilância em Saúde Ambiental, Karyston Adriel; o coordenador do projeto, Ulisses Confalonieri e a mestranda responsável pela pesquisa sobre o estado, Isabela Brito.

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