PARA 2017: Inacabadas, obras de combate a enchentes em Campo Grande, MS, são ‘herança maldita’

corrego-segredoLei Orçamentária anual prevê recursos milionários, mas obras não andam
23 OUT 2016

Tainá Jara / Correio do Estado

As obras de controle de enchentes, canalização e dragagem de córregos continuarão a ser desafio para o próximo prefeito de Campo Grande e pode ser considerada herança maldita, já que se referem a projetos que se arrastam há anos.

Lançado em 2011, o plano que abrange os córregos Cabaças, Cabaças e Areias, Bálsamo, Anhanduí e outros continua inacabada e ficará de herança para a próxima gestão.

O investimento para o setor, estimado na Lei Orçamentária Anual (LOA) para 2017, totaliza R$ 54.202.000,00. Mas apesar de representar mais da metade do que foi previsto – e não usado – este ano R$ 25.935.113,00 -, continua sendo apenas uma previsão e nada garante que no ano que vem, tais projetos saiam do papel.

O plano da LOA foi encaminhado na semana passada à Câmara Municipal de Campo Grande para análise. A meta é atender a Capital com 20.736 m² de drenagens e 44.980 m² de pavimentação dos córregos da região urbana.

*Leia reportagem, de Tainá Jara, na edição de hoje do jornal Correio do Estado. http://www.correiodoestado.com.br

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