Bom ou ruim? Campo-grandenses opinam sobre horário de verão

horario-de-veraoO horário diferenciado vale para os estados de Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal, Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul (Foto: Guilherme Pimentel)

10 de outubro de 2016

Nilce Lemos / Jornal ‘O Estado MS’

O horário brasileiro de verão deste ano começa no próximo domingo (16), quando os relógios deverão ser adiantados em uma hora nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. A intenção do governo é utilizar a luz natural e economizar energia elétrica nos horários de pico (entre 18h e 21h). O novo horário segue até 19 de fevereiro de 2017, porém, em Campo Grande, nem todos ficaram satisfeitos com a mudança.

Tiago Delgado Gomes, 25, que presta serviços gerais, disse não ser a favor da alteração dos ponteiros. “Tem que acordar mais cedo, acabamos dormindo menos, não me acostumo”, comentou.

A estudante Kethnen Paula, 19, acha que com a mudança no horário e o dia começando mais escuro, a cidade pode ficar mais perigosa. “Já fui assaltada semana passada, tenho medo de que com esse novo horário, com o escuro, seja ainda pior”, observou. Já o soldador Thales Miguel, 19, diz que o horário tem prós e contras. “Só é ruim para levantar”, opinou.

Pedreiro, Odair José, 34, disse ser 100% a favor. “Até em razão da profissão eu aprovo. O dia rende mais”, completou. A atendente Laurinéia Cespedes, 35, também aprova a mudança. “Sou a favor sim, aproveitamos mais o tempo nessa época, com a luz natural”, ressaltou.

De acordo com dados do ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico), a redução da demanda de energia no horário de pico (entre 18h e 21h) deverá ser 3,7% na região centro-oeste. Somadas as demais regiões, a estimativa é gerar uma economia de até R$ 147,5 milhões, por causa da redução do uso de energia de termelétricas.

Quem costuma sentir os efeitos da mudança de horário no organismo deve começar a se preparar desde já, adiantando gradualmente a hora de dormir. Segundo o médico Marcos Pontes, a adaptação pode ser feita em um período de cinco a sete dias. “Orientamos as pessoas a tentarem acostumar o organismo a dormir uma hora antes, porque o período de adaptação vai de cinco a sete dias. Aí quando chegar o horário de verão, você já se acostumou a dormir mais cedo e acordar mais cedo”, diz o clínico.

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